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Na chegada do frio, invista no chocolate!
3/6/2008
O chocolate é do bem! Apesar de ser altamente calórico, suas gorduras não aumentam o colesterol e ainda previnem o aparecimento de doenças e do envelhecimento.
Excelente fonte alimentar, rico em magnésio, o chocolate é um nutriente essencial para a saúde dos ossos e dentes e para a função normal dos nervos, músculos e sistema imunológico.
Ele também possui um tipo especial de gordura, o ácido esteárico que, ao contrário da maioria das gorduras saturadas, não eleva o colesterol. São ainda encontradas no chocolate as catequinas, poderosos antioxidantes que previnem o envelhecimento natural e ajudam no tratamento e prevenção do aparecimento de várias doenças cardíacas.
Uma das grandes razões que fazem o chocolate ser tão consumido é que ele, entre outras coisas, aumenta a produção de serotonina – substância do cérebro ligada à sensação de prazer, que alivia a depressão e a ansiedade.
A vontade de comer um chocolate não passa com outro doce. A química que ocorre entre o chocolate e o nosso prazer é especial. O chocolate vicia, pois provoca o aumento dessa substância que fabricamos em situações de felicidade. O namoro e o orgasmo causam uma cascata de serotonina em nosso corpo. O neném quando está mamando, bem como a mãe amamentando, também secretam muita serotonina. Essa substância também conhecida por hormônio da felicidade, encontra-se diminuída nas tristezas e depressões, e tem sua produção aumentada quando consumimos chocolate.
O desejo pelo chocolate é diferente da vontade de comer geléia, pudim ou outro doce qualquer. Quando o corpo descobre que existe o chocolate, que ao mesmo tempo que dá energia, relaxa as tensões, passa a pedir esse alimento, muitas vezes de forma imperativa, fazendo a razão vencer o desejo. Este sinal delata o chocólatra. Uma vez estalado o vício, a tendência é ir aumentando as quantidades ingeridas. Não é difícil para o chocólatra comer uma caixa de bombom em poucas horas. Uma barra de 30 gramas de chocolate ao leite possui em média 06 mg de colesterol (o maior responsável por enfarte cardíaco) e 04 mg de gorduras polinsaturadas e monoinsaturadas (que ajudam a nos proteger dos enfartes). Sendo assim, em relação ao colesterol no sangue, o chocolate começa a ser visto com maior benevolência e já não é tão enfaticamente contra-indicado em dietas. Os chocolates dietéticos têm em média as mesmas calorias que os adoçados com açúcar, e são às vezes mais gordurosos. Chocolates diets são indicados para atender ao público diabético e não aos que desejam comer menos calorias.
Liliane de Bem e Canto Assessora Nutricional do SECRASO - RS |
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